Missionários Combonianos em Moçambique

Missionários
Combonianos
em
Moçambique

O trabalho que realizamos continua a ser especificamente comboniano: de primeira evangelização, de formação laical, de animaçao misionera, de primeira formação dos candidatos combonianos e de consolidação da Igreja local.

 

 

VIAGEM APOSTÓLICA A MOÇAMBIQUE,

MADAGASCAR E MAURICIAS 

 

SECRETARIADO GERAL DA CEM

                

Excelentíssimo Senhor Presidente da República de Moçambique;

Excelentíssimo e Reverendo Mons. Cristiano ANTONIETTI, Encarregado de Negócios da Nunciatura Apostólica em Moçambique;

Senhores Jornalistas:

Como já aqui foi mencionado por Sua Excelência o Senhor Presidente da República, acolhendo o convite feito em Setembro do ano passado pelo nosso Chefe de Estado em Roma, na Cidade do Vaticano, e na sequência do convite feito em Novembro de 2016 pelos bispos católicos de Moçambique, através da presidência sua Conferência Episcopal, Sua Santidade o Papa Francisco efectuará uma visita Apostólica a Moçambique, de 4-6 de Setembro do corrente ano.

Como representantes da Igreja Católica em Moçambique, acolhemos com muito agrado o anúncio oficial da visita do Supremo Pastor da Igreja Católica e, mui penhorados agradecemos-lhe o facto de ter escolhido visitar o nosso país, manifestando assim a sua proximidade connosco, num momento em que grande parte das populações das províncias do centro, recentemente fustigadas pelos efeitos do ciclone IDAI, precisam de muito apoio e conforto para recuperarem o alento, levantarem-se do chão em que se encontram prostradas e reconstruírem as várias infra-estruturas destruídas pela fúria da natureza.

Outrossim, para a Igreja Católica em Moçambique, a visita do Sucessor de Pedro é também motivo de grande alegria espiritual, na medida em que ele representa o princípio de unidade e de comunhão das várias Igrejas particulares espalhadas pelo mundo inteiro e vem até nós como peregrino da fé, para confirmar-nos no nosso caminho de construção da Igreja Local. Vivamente animados por estes sentimentos, esperamos ansiosos a visita do Santo Padre e desde já, com grande entusiasmo, nos preparamos para acolhê-lo com muita amizade e carinho, e para escutarmos os seus sábios ensinamentos, destinados a instaurar sentimentos de verdadeira paz e fraternidade no seio do povo moçambicano.

 

 

 

 

 

 

 

Chuta fora o Idai com a solidariedade

interna e externa

A passagem do ciclone Idai no centro de Moçambique e as cheias que se seguiram já provocaram, desde o dia 14/3 mais de 200 mortos, anunciou o Presidente moçambicano Filipe Nyusi que decretou três dias de luto nacional partir do dia 20 de Março.

A passagem do ciclone Idai em Moçambique, Malawi e Zimbabué já provocou mais de 400 mortos, segundo balanços provisórios divulgados pelos respetivos governos. Mais de 1,5 milhões de pessoas foram afetadas pela tempestade naqueles três países africanos.

O Idai, com fortes chuvas e ventos de até 170 quilómetros por hora, atingiu a Beira (centro de Moçambique) no dia 14/3 à noite, deixando os cerca de 500 mil residentes sem energia e linhas de comunicação.

No Zimbabué, as autoridades contabilizaram pelo menos 82 mortos e 217 desaparecidos, bem como cerca de 1.600 casas e oito mil pessoas afetadas no distrito de Chimanimani, em Manicaland.

No Malawi, as estimativas do Governo apontam para pelo menos 56 mortos e 577 feridos, com mais de 920 mil pessoas afetadas nos 14 distritos atingidos pelo ciclone, incluindo 460 mil crianças.

Apesar da imane trágedia, podemos constatar que "Sente-se que há todo um povo que está de mãos dadas", diz um envolvido na campanha de mobilização de ajuda humanitária às vítimas do ciclone Idai.  Só humanismo? Talvez está a aumentar a consciência da sociedade.

Entre milhares de palavras de conforto e moralização neste momento em que o centro de Moçambique vive uma tragédia sem precedentes há um gesto de amor ao próximo: a mobilização de ajuda concreta para as vítimas do ciclone Idai. Nas redes sociais há uma explosão de humanismo, desde iniciativas individuais dispersas a coletivas.

A procura por soluções internas parece ser a principal aposta, substituindo a opção primeira de estender a mão a ajuda externa como tem sido habitual em momentos de crise. Uma moda que veio para ficar?

Noticia de 21 de Março de 2019 

 

 

 

"Levantemo-nos e ponhamos mãos à obra,

Deus nos fará triunfar"

(cf. Ne 2,18.20)

 

Entre os dias 14 e 15 de Março do ano em curso, os habitantes das cidades da Beira, Dondo e do “corredor da Beira”, onde vivem cerca de um milhão de habitantes, assistiram desesperados e inertes os efeitos destrutivos do ciclone IDAI, acompanhado por chuvas intensas; um fenómeno descrito por muitos como algo "jamais" visto ou narrado nos anais desta província do Centro de Moçambique. Na sua passagem pelas "terras do Chiveve", o ciclone IDAI ceifou várias dezenas de vidas humanas (dados ainda provisórios) e deixou muitos feridos. Habitações, escolas, hospitais e Igrejas ficaram sem telhado e nalguns casos, as paredes desmoronaram, inúmeras árvores tombaram sobre edifícios, estradas e veículos, dificultando a transitabilidade; a rede eléctrica e telefónica ficou danificada e até ao momento não foi restabelecida; igualmente não há fornecimento de água potável, e começa a escassear a comida, uma vez que boa parte dos alimentos ficaram deteriorados pela chuva que continua a cair ou por falta de energia para a sua conservação. Temos informações de que alguns rios estão a transbordar, como é o caso do rio Búzi e Púngué, estando neste momento a Vila do Búzi submersa. Igualmente a cidade da Beira está isolada, uma vez que a única via de acesso terrestre ficou cortada pela queda de uma ponte. Como Igreja diocesana, por meio das paróquias e da Caritas, estamos a activar um plano de emergência para fazer face as necessidades mais urgentes.

 Beira e Paço Episcopal, 18 de Março de 2019 

Dom Claudio, Arcebispo da Beira

 Quadro da situação


O ciclone incidiu sobretudo ao longo do “corredor da Beira”, um percurso correspondente a cerca de 130 Km, habitado por aproximadamente um milhão de habitantes e onde estão implantadas 25 paróquias.

1. População atingida: estima-se que cerca de 140 mil famílias tenham tido prejuízos, das quais entre 10 a 20% perderam tudo.

2. Igrejas Paroquiais e comunidades: 22 Igrejas paroquiais foram danificadas, das quais 3 ruiram totalmente; 60 pequenas capelas foram danificadas.

3. Residências Paroquiais: 9 ficaram danificadas, algumas seriamente.

4. Residências de Religiosos e Religiosas: 20 ficaram danificadas.

5. Escolas católicas: ficaram danificadas 7 escolas que atendem cerca 9.500 alunos; trata-se de salas que ficaram quase na sua totalidade sem telhado, encontrando-se por esse motivo as aulas interrompidas.

6. Estruturas diocesanas: Residência Episcopal e Cúria (totalmente sem telhado, com estragos nos escritórios e arquivos); Secretariado da Coordenação Pastoral (registou alguns danos, sobretudo no que diz respeito ao material de escritório), Seminário Bom Pastor (capela e refeitório recém construídos, dormitórios, totalmente sem telhados; a residência dos formadores com telhado danificado parcialmente); Cáritas Diocesanas (escritório completamente danificado, registaram igualmente danos de documentação, material informático e de escritório, e muro de vedação); Centro de Formação Pastoral de Nazaré (com capacidade para acolher 200 pessoas, todas as infraestruturas ficaram sem tecto e inabitáveis, o que obrigou a suspender todas as actividades); Rádio diocesana (queda da torre, infiltrações nos estúdios, todo material danificado); Tipografia diocesana (ficou sem tecto e com o material danificado); Estrutura diocesana de armazenagem (danificada); Lares e Orfanatos diocesanos (que acolhem cerca de 150 crianças: telhados danificados e estrago do material).

Em suma, pode-se dizer que para além de danos nas infraestruturas, muito material mobiliário, de escritório e informático, entre outros ficaram danificados.

FOTOS DE DESTRUIÇÃO NA BEIRA

 

Chove desde a noite de ontem e ao longo da manhã de hoje. Nesta manhã esteve reunido na cidade da Beira o Conselho de Ministros. O Conselho Autárquico da Beira, com ajuda de parceiros, redobrou os esforços para limpar a cidade. A circulação nalgumas estradas que haviam sido bloqueadas pelo tombo de algumas árvores tende a melhorar. Ainda não temos energia eléctrica, porém, o Aeroporto da Beira abriu as suas portas e deu a possibilidade das pessoas recarregarem os seus telemóveis. Só a rede Movitel, e apenas ao longo da zona do Aeroporto e arredores está a funcionar, por isso, ainda está difícil a comunicação. Alguns balcões do BCI e do Standard Bank registam uma grande enchente de pessoas que desejam levantar algum dinheiro  e dada a demanda são limitadas as quantias dos levantamentos. Continua interrompido o tráfego na estrada nacional nº 6.

 
Informações da Caritas Diocesana

A Caritas diocesana está em contacto com a Caritas Nacional que já accionou os pedidos de ajuda.

Machanga: a vila não registou danos consideráveis, porém há relato de 200 famílias desalojadas um pouco por todo distrito.

Marromeu: a vila não registou danos consideráveis, porém há registo de inundações nas zonas de Malingapasse, Keneth Kaunda e Pambane.

Caia: interrompido o tráfego entre Caia – Sena, na região de Tchecha.

Búzi: continua submergida e isolada, devido a intransitabilidade.

Moçambique: Votos Perpétuos e Ordenação Diaconal do comboniano Isaac Sénou Sábado

1 de dezembro de 2018.
O escolástico comboniano Isaac Sénou Gbegnon, nascido em Godomey, Benin, dedicou-se à missão no Instituto Comboniano, no passado 11 de Novembro, na presença do P. António Manuel Bogaio Constantino, superior provincial dos Missionários Combonianos em Moçambique. Poucos dias antes de completar 31 anos, o jovem professou votos perpétuos - de pobreza, castidade e obediência - na paróquia de São Daniel Comboni de Muxúngwè, Arquidiocese da Beira, onde chegou há dois anos para levar a cabo o serviço missionário, a última fase do formação básica, antes da ordenação diaconal e sacerdotal.

 

Moçambique: Igreja prepara II Jornada Nacional da Juventude 2020
A Comissão Episcopal para a Pastoral Laical e Juvenil na Conferência Episcopal de Mocambique (CEM), afirma estarem em curso os prepativos para a II Jornada Nacional da Juventude, que vai decorrer em junho de 2020, na Arquidiocese de Nampula, a norte de Moçambique.
O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Laical e Juvenil, Dom Inácio Saúre, afirmou, em entrevista ao Vatican News, disse que estas jornadas constituem uma maior festa dos jovens cristãos e doutras confissões religiosas. 
Muito acolhimento aos participantes da I Jornada em Chimoio
Ainda de acordo com o prelado, a I Jornada Nacional da Juventude (JNJ) foi um sucesso, a olhar pela maior afluência dos jovens, a participação durante os debates e o nível de organização do evento, aquele que constituiu o primeiro do género na história da Igreja Católica em Moçambique.
Não teham medo de ser discípulos missionários
Dom Inácio Saúre, por sinal, Arcebispo de Nampula, apelou aos jovens, em particular  àqueles que já conheçam Cristo, para que não tenham medo de ser discípulos missionários.
Dom Inácio Saúre, o presidente da Comissão Episcopal Para a Pastoral Laical e Juvenil, na Conferência Episcopal de Moçambique, falando em torno dos preparativos com vista à realização no País, da II Jornada Nacional da Juventude, a ter lugar em junho de 2020, na Arquidiocese de Nampula, a norte de Moçambique.
Hermínio José – Maputo

 

Evangelizaçao

Dentro da nova realidade moçambicana, tanto social como eclesial, os Combonianos precisam de avaliar o seu serviço missionário e fazer escolhas que sejam simultaneamente de fidelidade ao carisma herdado do seu fundador S. Daniel Comboni em servir os mais pobres e abandonados...

Promoçao Humana

Desde os começos, os Missionários Combonianos uniram a promoção humana e o desenvolvimento à evangelização e edificação das comunidades cristãs.

Escola Industrial da Carapira, onde se formam jovens técnicos médios para o desenvolvimento do país...

A promoção da saúde foi outra área em que os missionários, sobretudo as missionárias combonianas, se empenharam, em parceria com as autoridades públicas. Os centros de saúde de Carapira, primeiro, e de Anchilo, depois, e por último o Hospital de Alua testemunham este empenho.

Os Combonianos optaram por se envolver na educação das crianças e dos jovens, ajudando os pais a construírem e gerirem  escolas comunitárias...

Justiça e Paz

O objectivo do trabalho de consciencialização levado a cabo pelos missionários é ajudarem as populações a terem consciência dos seus direitos sobre a terra e dos seus direitos laborais...

Animaçao 
missionaria

Texto ...

Promoçao vocacional

Texto...

Formaçao

O futuro da nossa presença em Moçambique passa pela boa preparação dos jovens que hoje batem à nossa porta, fascinados pela missão segundo a herança profética de Comboni.

Postulantado - MATOLA
Noviciado - NAMPULA

Irmao Alfredo Fiorini

Testemunhos

Missionarios Combonianos
Avenida Friedrich Engels 349
C. P. 3269 1100 MAPUTO
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